Amén.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
Fotografia
Facebook! O terrível "brinquedo" que veio substituir os meus livros mesmo quando mais preciso de estudar. Entrei na minha conta, vi em primeiro lugar as páginas que consulto rigorosamente cada vez que faço login; automaticamente cliquei no teu nome... a mesma foto de perfil de há meses, poucas notificações, algo novo: uma nova foto da noite passada onde tinhas sido identificado. Igual a tantas outras. Os amigos de sempre, aqueles que já conheci quando era parte da tua vida.
Estás igual! Um pouco mais rechonchudo. A barriga da cerveja já se começa a notar (quantas vezes te avisei?), cabelinho cortado daquela forma que sabias que eu gostava, um tom de pele mais moreno que o teu habitual... é normal! Ficas sempre assim com os primeiros raios de sol da primavera. Como é que ainda não apanhas-te um escaldão? É matemático nessa pele tom lixívia. Analisei a foto um pouco mais, nada diferia do habitual, mesmo não te vendo há meses. Continuas a fazer "aquelas covinhas" quando sorris.
Tinha muito para te contar. As frequências, o mundo da universidade, as festas, as pessoas novas que conheci, o quanto gosto desta cidade e como ela me elimina a celulite diariamente com tantos "sobes e desces". Bem sei que prometemos uma amizade consistente depois do "acabou", mas achas mesmo que estamos a conseguir? É certo, ambos escolhemos caminhos diferentes, caminhos que não se cruzam, dos quais não fazemos parte os dois. Eu estou feliz e consegui aprender a gostar de mim outra vez, de mim e de mais alguém. Mas tu não imaginas a quantidade de coisas que temos por esclarecer, e sinceramente não consigo perceber se de facto me esqueces-te, ou se continuas a ver as minhas fotografias e os meus presentes sempre que sentes saudades. Consegues responder-me? Consigo perceber que estás magoado sempre que tento falar contigo, mas juro que não percebo o motivo! Eu fiz tudo por nós, bem sabes, e tu fechas-te-me a janela quando aquilo que eu mais queria era saltá-la contigo para sempre. Mas como se costuma dizer tudo tem um fim, e nós tivemos o nosso. Não consigo perceber sequer o motivo pelo qual escrevo estas linhas, talvez porque ao ver a tua última foto me tenham dado algumas saudades. Saudades de um bom café a dois, com uma conversa sem discussões em que o assunto não seja "nós", esse nós que já nem existe, e que tu bem sabes porquê. Não te censuro, afinal se estamos separados não foste só tu a falhar, e eu encontrei muitas coisas boas depois de ti, que me fazem muito feliz e me conseguem mostrar o quanto eu ainda consigo ter a capacidade de fazer alguém feliz.
Já viste em que altura estamos? Cerejas! Lembras-te como eu adoro e implorava sempre que me trouxesses? Ainda hoje me lembrei disso. É verdade, às vezes lembras-te de cada pormenor que tu nem sabes como é que tiveste necessidade de o guardar, mas é... acabas sempre por te lembrar, um dia mais tarde...
Estás igual! Um pouco mais rechonchudo. A barriga da cerveja já se começa a notar (quantas vezes te avisei?), cabelinho cortado daquela forma que sabias que eu gostava, um tom de pele mais moreno que o teu habitual... é normal! Ficas sempre assim com os primeiros raios de sol da primavera. Como é que ainda não apanhas-te um escaldão? É matemático nessa pele tom lixívia. Analisei a foto um pouco mais, nada diferia do habitual, mesmo não te vendo há meses. Continuas a fazer "aquelas covinhas" quando sorris.
Tinha muito para te contar. As frequências, o mundo da universidade, as festas, as pessoas novas que conheci, o quanto gosto desta cidade e como ela me elimina a celulite diariamente com tantos "sobes e desces". Bem sei que prometemos uma amizade consistente depois do "acabou", mas achas mesmo que estamos a conseguir? É certo, ambos escolhemos caminhos diferentes, caminhos que não se cruzam, dos quais não fazemos parte os dois. Eu estou feliz e consegui aprender a gostar de mim outra vez, de mim e de mais alguém. Mas tu não imaginas a quantidade de coisas que temos por esclarecer, e sinceramente não consigo perceber se de facto me esqueces-te, ou se continuas a ver as minhas fotografias e os meus presentes sempre que sentes saudades. Consegues responder-me? Consigo perceber que estás magoado sempre que tento falar contigo, mas juro que não percebo o motivo! Eu fiz tudo por nós, bem sabes, e tu fechas-te-me a janela quando aquilo que eu mais queria era saltá-la contigo para sempre. Mas como se costuma dizer tudo tem um fim, e nós tivemos o nosso. Não consigo perceber sequer o motivo pelo qual escrevo estas linhas, talvez porque ao ver a tua última foto me tenham dado algumas saudades. Saudades de um bom café a dois, com uma conversa sem discussões em que o assunto não seja "nós", esse nós que já nem existe, e que tu bem sabes porquê. Não te censuro, afinal se estamos separados não foste só tu a falhar, e eu encontrei muitas coisas boas depois de ti, que me fazem muito feliz e me conseguem mostrar o quanto eu ainda consigo ter a capacidade de fazer alguém feliz.
Já viste em que altura estamos? Cerejas! Lembras-te como eu adoro e implorava sempre que me trouxesses? Ainda hoje me lembrei disso. É verdade, às vezes lembras-te de cada pormenor que tu nem sabes como é que tiveste necessidade de o guardar, mas é... acabas sempre por te lembrar, um dia mais tarde...
Hoje é um daqueles dias em que talvez eu sinta saudades de toda a gente e como tu és sem dúvida a pessoa mais improvável a quem eu possa vir a dizê-lo, decidi escrevê-lo. Talvez seja bom eu sentir saudades, afinal não se tem saudades das coisas más, e apesar de tudo, fomos nós quem escolhemos viver vidas separadas, afinal... foste tu quem deixou de me trazer cerejas *
Da Sempre ,
Rii .
*
8:15h, o despertador tocava como se não existisse um botão para o fazer calar. Ganhei coragem, ainda com os olhos semi-cerrados e levantei a persiana. Estava um sol brilhante e parecia não existir sequer ventania. Wc era a etapa seguinte, a melhor de todas as formas para eu conseguir acordar!
E pensei em ti logo de manhã... Imaginei se hoje estarias melhor, se não existiam dores e se estás a fazer tudo o que o médico te aconselhou. Queria saber se sentes a minha falta, se estás com medo de alguma coisa; queria poder estar aí perto de ti, nem que fosse pra te dar um beijo, olhar pra esses olhos azuis e dizer-te "não tenhas medo, vai correr tudo bem"... mas não estou! E não imaginas o que isso me custa. Sei que apesar de tudo isso sabes que estou perto, embora longe. Desejava conseguir dizer-te tudo o que precisas de fazer em cada chamada, mas às vezes parece impossível, e sabes porquê? Tu és de facto impressionante! "Precisas de comer, faz tudo direitinho" e tu só sabes dizer "come tu também, trata essa constipação!". Como é que consegues? Nem me deixas preocupar contigo, se for preciso ainda te ris da situação. Mas eu noto na tua voz, na forma como ela tem estado em baixo estes últimos dias e naquela tua maneira característica de enfrentares isto sozinho e de não quereres que ninguém se preocupe, porque afinal de contas tu dizes sempre o mesmo "está tudo bem!"
Precisava de ter a certeza que sentes a força que te tento transmitir daqui, embora não queira sequer que imagines o quanto tenho chorado todos os dias, o quanto me tens feito falta, o quanto tenho pensado se de facto te dei até hoje tudo que pude, se alguma vez sentis-te que te agradeci tudo que já fizeste por mim.
Mal possa estou aí, para te abraçar e tu refilares como sempre "bem bem bem" , e vou abraçar-te com muita força, só pra que sintas por momentos a força do meu amor por ti e o quanto te admiro. É só mais uma etapa que eu sei que tu vais superar.
Obrigada, és sem dúvida o melhor Pai do Mundo ♥
Obrigada, és sem dúvida o melhor Pai do Mundo ♥
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Indiferente
Tu vais achar sempre que sabes tudo, e por mais que eu tente, isso não vai mudar .Disseste-me "vou começar amanhã" ... explodi! Falávamos às tantas da manhã como fazemos todas as noites, não porque haja muito para contar, mas talvez porque seja uma maneira de matar as saudades; comecei por tentar assimilar o que me tinhas dito... não consegui!! Dei duas voltas na cama, sem te responder. Levantei-me da cama e fui à varanda fumar um cigarro, talvez me conseguisse acalmar para te dar uma resposta que não fosse o acto imediato de te desligar o telemóvel na cara. "O quê? Não podes fazer isso." E tu ignoras-te, essa e todas as inésimas vezes seguidas que tentei mostrar-te que estavas errado. Senti na verdade que não estava a conseguir passar a minha mensagem da melhor forma, e voltei pra cama. Teclámos no mesmo assunto as horas que se seguiram... E devo dizer-te , senti-me de facto frustrada. Porque mais uma vez não me estava a fazer ouvir e irritava-me tanto o facto de não conseguires mudar esse teu ponto de vista. Apenas disseste "estou decidido, vamos mudar de assunto."Tentei, falei, mas não consegui esquecer. Com a cabeça a mil pensei "vou dormir'" , e fui. Só um "até amanhã" , desculpa!... Não consegui mandar-te sequer um beijo. E desliguei.Talvez amanhã estejas diferente, e eu consiga, um pouco mais, fazer parte da tua vida.
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